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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

PRIMAVERA DE DEZEMBRO NO QUINTAL

 Açucena branca
 Acer Palmatum Sangô Kaku soltando brotos novos

 Minha macieira: este ano ela deu frutos em pencas!!!! Alguém está servido a comer maçã diretamente na árvore?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

FATOS INSÓLITOS - PARTE 6

ESPAÇONAVE TRIANGULAR SEMI ENTERRADA NA SUPERFÍCIE DE MARTE?

Esta anomalia foi identificada pela primeira vez por Efrain Palermo nos arquivos do MSSS. Trata-se de um objeto com cerca de 100 metros de extensão e de forma triangular semi enterrado na superfície de Marte.

Numa verificação mais minuciosa, vários detalhes do que parece ser um suposto objeto artificial estão aparentes como estruturas de sustentação no topo.

A foto acima é uma visão 3-D do objeto mostrando sua área de descida (?) ou de uma queda. Note o rastro possivelmente causado por material ejetado do objeto durante uma explosão. O lado direito da nave (?) parece estar destruído seguindo um padrão de destroços.

Na foto abaixo, este é o possível formato estrutural feito em computador da nave caída em Marte.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

FATOS INSÓLITOS - PARTE 5

AS LUZES DO MONTE BROWN

O Monte Brown com cerca de 800 metros de altitude situa-se nas Montanhas Blue Ridge no oeste do estado americano da Carolina do Norte e ganhou fama como lugar de aparecimento de luzes fantasmas desde o início da colização inglesa há mais de duzentos anos.
Em 1925, Robert Sparks Walker deu sua opinião sobre o mistério do Monte Brown:
"As descrições que os vários observadores fizeram das estranhas luzes não coincidem. Para uns elas são branco claro com uma forma de contorno irregular à sua volta e aparecem fazendo voo de vinte minutos para depois desaparecerem instantaneamente. Outro observador, que estava a 2,5 km do Monte Brown, diz que, de repente, depois do sol, resplandeceu no céu, em cima da montanha, uma bola incandescente. Ela era amarela, ficou pairando no ar 30 segundos e depois desapareceu. Outras pessoas vêem as bolas percorrendo horizontalmente as proximidades da montanha e depois somem.
Ao que se sabe, a primeira referência impressa a estas luzes apareceu num jornal local em 1913. O jornal cita o depoimento de um observador e informa que a "luz misteriosa é vista acima do horizonte quase toda noite com regularidade pontual".
Pesquisadores da área de geologia investigaram a partir de 1922 a montanha, fazendo observações e entrevistando moradores locais. Para eles, as luzes vistas foram assim atribuídas a: 44% aos automóveis, 33% aos trens, 10% às luzes estacionárias e 10% às fogueiras de alguém que acampava no mato. Porém, 3% das luzes observadas não tiveram uma resposta o que deixou espaço aberto para as mais variadas teorias cientícas ou não.
Com os anos se passando, as pessoas passaram a discernir melhor o que viam e aquelas que conseguiam uma maior aproximação com as luzes fantasmas, chegavam a relatar um ruído no ar, levando para suposições se as luzes na verdade não envolviam alguns objeto mecânico.
Outros teóricos, como o inglês Paul Devereux, afirmava que as luzes seriam provavelmente fenômenos geofísicos ainda pouco compreendidos e que ele chamou de "luminosidades da Terra", uma explicação complexa que a população local não aceitou.
O serviço de geologia americano voltou a pesquisar as luzes mais recentemente e concluiu que elas seriam o efeito da combustão espontânea de partes do solo da região que emanavam gases no ar. Mas, não há pântano na região que pudesse emitir gás e nem os moradores nunca sentiram cheiro dele na montanha.
Foi verificado que o melhor horário para a observação das luzes era entre às 10 horas da noite e às 2 horas da madrugada, com o fenômeno acontecendo mais nos meses de setembro e outubro.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

FATOS INSÓLITOS - PARTE 4

O HOMEM DE GELO DE MINNESOTA

No outono de 1968, o estudante de zoologia da Universidade de Minnesota, Terry Cullen, comentou com Ivan Sanderson uma história extraordinária: o corpo de um Pé Grande que parecia ser autêntico, era exibido pelo país como espetáculo numa feira de variedades.
Sanderson, biólogo interessado em animais desconhecidos, ficou intrigado assim como o cientista belga Bernard Heuvelmans que era conhecido como o "pai da criptozoologia".
Sem pensar muito, os dois foram para a pequena cidade de Rollingstone, Minnesota, onde conheceram Frank Hansen, em cuja fazenda o corpo repousava nos meses de inverno, congelado num bloco de gelo e fechado num caixão refrigerado, aguardando uma nova temporada de feiras. Hansen levou-os a um pequeno trailer onde ficava guardado o tal Homem do Gelo. Sanderson e Heuvelmans passaram os dois dias seguintes estudando, fazendo desenhos e fotografando o ser. Heuvelmans assim descreveu a criatura:
"O espécime à primeira vista parece um homem, ou, se quiserem, um ser humano do sexo masculino, de altura (1,80m) e proporções normais, exceto por ser extremamente peludo. É todo coberto de pelos marrons escuros, com comprimento de 7,5 a 10 cm. A pele parece cera, semelhante em cor aos cadáveres de, homens brancos não bronzeados pelo sol".
A criatura parecia ter sido alvejada no olho direito . O impacto aparentemente tirara o olho da órbita e dilacerara a nuca.
Sanderson e Heuvelmans se convenceram de que a figura era mesmo um corpo e não um boneco. Chegaram mesmo a examir odores que saiam daquele corpo em lenta decomposição.
Hansen disse que a criatura fora encontrada flutuando num bloco de gelo no mar de Okhotsk por caçadores russos. Com o passar do tempo, ela apareceu em Hong Kong onde foi comprada por um americano. O comprador alugou-a a Hansen, que começou a viajar com ela pelos Estados Unidos em 1967.


Heuvelmans publicou um ensaio na edição de fevereiro de 1969 do Bulletin of the Royal Institute of Natural Sciences of Belgium, no qual dá ao Homem de Gelo o nome científico de Homo pongoides. Por outro lado, Sanderson também endossava o Homem de Gelo em artigos publicados no periódico científico  Genus e na revista popular Argosy, onde escreveu: " Desafio quem quer que seja a enganar Bernard Heuvelmans. É impossível fabricar um cadáver como esse".






No início de fevereiro de 1969, Sanderson contatou um amigo, John Napier, curador das coleções de primatas do Intituto Smithsonian, para tentar estimular a participação do Instituto na investigação, e entregou-lhe seu relatório e seus diagramas.
Napier escreveria depois suas impressões sobre a criatura: "Minha primeira reação, baseada na anatomia da criatura, foi de extrema dúvida. Diante dela, o Homem de Gelo é um tipo maluco de híbrido que combina os piores traços dos macacos com nenhum traço dentre os melhores que fazem desses dois grupos primatas de muito êxito em seus respectivos meios". Em termos zoológicos, o Homem de Gelo não fazia muito sentido.
O Instituto Smithsonian tentou apreender o espécime de Hansen, que disse não poder entregá-lo porque seu dono anônimo o tinha levado embora e que, quando voltasse a temporada de feiras, ele traria um boneco semelhante para exibição. O Smithsonian investigou mais a fundo e concluiu que a figura e sua história, era uma fraude.
Os anos passavam, e Hansen continuava a escursionar pelos Estados Unidos com seu Homem de Gelo sem confirmar ou negar sua autenticidade. Porém, no material promocional, citava a opinião de cientistas (Sanderson e Heuvelmans) que o tinham declarado artigo genuíno.

O MISTÉRIO, O MITO E O BONECO
Em agosto de 1981, Eugene Emery, repórter de ciências de um jornal Providence, Rhode Island, escreveu um artigo sobre a feira, que estava em cartaz num centro comercial da cidade. Logo depois de publicada a matéria, Emery soube da existência de Howard Ball que fazia bonecos para a Disneylândia, e cuja especialidade eram animais pré-históricos. "Ele fez o Homem de Gelo em seu estúdio na Califórnia", disse à Emery a esposa de Ball, Helen. "O homem que o encomendou disse que iria enterrá-lo em gelo e passá-lo para frente como sendo um homem pré-histórico". Para a imprensa, o Homem de Gelo de Minnesota, era mesmo uma fraude que ganhou notoriedade e a verdade estava agora sendo revelada.
A família Ball achou muita graça ao ver o artigo de Sanderson na edição de maio de 1969 da Argosy e reconheceu sua criação nas fotografias da revista. Mas, Heuvelmans continuou acreditando que a criatura que ele analisou era verdadeira e não um boneco.

(Bernad Heuvelmans)
Se houve realmente um verdadeiro Homem de Gelo, tudo foi feito para que ninguém acreditasse nele. Nessa história toda, o cunho plausível de veracidade, é mesmo a análise Heuvelmans.



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Corre por aí...

Corre por aí
Comentários corriqueiros
De que existe na praia
O Palhaço do Coqueiro.
É um palhaço sem graça
Mas quem não rir não escapa
Pois seu passo é ligeiro.

Em noites de lua minguante
Quando vê que alguém está vindo
Ele salta do coqueiro
E você que esteja sorrindo
Senão o palhaço frustrado
Vai ficar desesperado
E querer dar-lhe um castigo.

Uns dizem que este motivo
De sua tal perturbação
Foi ter trabalhado em circo
Por aquela região
E toda careta que ele fazia
Era sem graça, ninguém ria
Daí lhe veio a frustração.





Prometeu para si mesmo
Que a partir daquele momento
A todo mundo assustaria
Com os seus aparecimentos
Em lua de quarto minguante
Que a um sorriso é semelhante
E fez-se o seu sacramento.

Quando a lua aparece
Tal que um sorriso no ar
Uma música de circo
Se ouve baixinho a tocar
Quando por vez ele ataca
Essas nuvens negras se espalham
Fazendo a música aumentar.


Seu show não é engraçado,
Sua história é dolorida
E a fama desse palhaço
Vai ficando distorcida.
Quem não riu de suas histórias,
Nem sei se ri das memórias
De mais uma lenda esquecida.

Encobre o vago sorriso
Da lua meio cinzenta
E avisa mais uma vez
Que o palhaço se apresenta
Deixando a noite sombria
Com a sua alma fria
E mais uma vez violenta.

Assim, são crimes sádicos atribuidos para...


que você conheceu em,

FATOS INSÓLITOS - PARTE 3

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

FATOS INSÓLITOS - PARTE 2

Uma história torna-se mística a partir do momento em que teve parte de seus acontecimentos incompreendidos por quem a vivenciou ou no caso em que envolveu investigação de autoridades policiais e estas não foram capazes de resolver o ocorrido. A realidade não compreendida abre um hiato levando a consciência à desorientação e em casos extremos, como na história seguinte, ao pânico. Portanto, se você é suscetível à histórias com teor sobrenatural, apavore-se porque este é o caso dos...............

GASEADORES LOUCOS - FATOS INSÓLITOS - PARTE 2

31 de agosto de 1944, Mattoon, Illinois. O verão americano aproximava-se do fim e as primeiras brisas frias do ártico já anunciavam a próxima estação, que para a pequena população de 16 mil habitantes de Mattoon seria de ansiedade pelo fim da guerra na Europa e de terror pelos ataques de um suposto agressor fantasma.
O agressor fantasma de mattoon teve sua primeira aparição em 31 de agosto quando um morador acordou passando mal e dirigiu-se ao banheiro para vomitar. Ao voltar para o quarto, perguntou para sua esposa se ela esquecera o gás ligado. Com uma resposta negativa, ele tentou levantar-se da cama e ir verificar, quando percebeu que não conseguia mais se mexer. Em outra parte da cidade, uma jovem mãe também tentou levantar-se para cuidar da filha que tossia mas, não conseguia levantar-se.
Na noite seguinte, um cheiro doce e enjoativo no quarto, acordou a sra. Bert Kearney. Quando o cheiro ficou mais forte, ela conta, "comecei a sentir as pernas e a parte de baixo do corpo paralisadas. Fiquei com medo e gritei". Uma hora e meia depois, quando o marido chegou em casa, de volta do trabalho, havia um homem estranho junto à janela do quarto. Kearney descreveu-o como sendo "alto, de roupa escura, usando um gorro justo". Saiu atrás dele, mas o intruso fugiu.
Quando estes eventos aconteceram, ninguém ainda ouvira falar do "gaseador louco", em inglês "The Mad Gasser of Mattoon", ou do "anestesista fantasma", e o que quer que os tenha inspirado, não dever ter sido simplesmente uma histeria coletiva.
Com os incidentes se tornando de conhecimento público, a imprensa local levou o caso em seriedade anunciando muitas outras vítimas e atemorizando a população de Mattoon.
Os supostos ataques do fantasma gaseador aumentaram nas noites seguintes com a polícia recebendo dezenas de telefonemas de moradores apavorados dizendo estarem sendo atacados e passando mal com gás que se espalhava por suas casas. Ao chegar nos locais de ocorrência, os policiais encontravam moradores paralisados e com cheiro de gás em alguns caos, e moradores passando mal mas, sem cheiro de gás em outras ocorrências. Em todos os supostos ataques, ninguém vira o gaseador mas, em 05 de setembro, quando um casal voltava para sua casa, a esposa encontrou um pano branco junto à porta da frente. Ela o apanhou e, quando o cheirou, conta, "Tive a sensação de ter encostado numa corrente elétrica. Isso percorreu todo o meu corpo até os pés e depois pareceu fixar-se nos joelhos. Era uma sensação de paralisia". Logo, os lábios e o rosto começaram a arder e inchar, a boca a sangrar, e ela vomitou.
Estes sintomas já tinham acabado quando a polícia chegou, visita que produziu o que parecia ser a primeira prova material: uma chave-mestra e um tubo vazio de batom perto do lugar onde o pano fora encontrado. Mas, no instante em que os policiais interrogavam o casal, uma mulher, em outro ponto da cidade, ouvia os ruídos de um intruso à janela do seu quarto. Ela nem conseguia se sentar, pois, o gás lançado em seu quarto deixou-a imóvel por muitos minutos.
Por volta de meia-noite, outra mulher chamou a polícia para dar queixa de um homem que tentara arrombar sua porta. Segundo as notícias da imprensa, o homem correspondia à descrição genérica do gaseador, fosse o que fosse. Talvez esta notícia nada tivesse haver com o anestesista fantasma, se é que ele existia, mas, para a imprensa era e, quanto mais se divulgava nos jornais e estações de rádio, o pânico aumentava.
Com o passar dos dias e a continuação dos ataques, a população estava furiosa porque a polícia local ainda não conseguira capturar o agressor. Com isso, cidadãos armados passaram a patrulhar as ruas à noite. O xerife local dizia que o gaseador existia mas que muitos dos ataques era caso de histeria. Os boatos corriam soltos: o gaseador ou era um lunático ou um inventor excêntrico.
Os ataques sucederam-se e as chamadas para a polícia também. Esta, com o tempo, começou a ficar mais evasiva com a ausência de provas concretas e passou a tratar os telefonemas como trotes embora houvesse casos de pessoas atendidas no hospital local com sintomas de intoxicação por gás. Sem saber como agir neste caso sinistro, a polícia e as autoridades civis de Mattoon organizaram uma conferência de imprensa onde disseram que o que aconteceu todos aqueles dias foi um caso de histeria coletiva e que o cheiro de gás sentido em alguns locais poderia ser de uma indústria química que havia na região.
Apesar da negativa oficial de sua existência, o gaseador fez uma última visita. Na noite do dia 13, uma testemunha viu uma mulher com roupa de homem lançar gás na janela do quarto da moradora Bertha Burch que, na manhã seguinte encontraram pegadas de saltos altos embaixo da janela. Este talvez seja o caso mais interessante ocorrido em Mattoon. Vamos ver porque.
UM CASO PRECEDENTE
Os psicólogos na época concluíram que a culpa pelo pânico cabia à sinistra cobertura da imprensa local em Mattoon e que era tudo mesmo um caso de histeria coletiva.
Desconhecido dos psicólogos e da maioria dos comentaristas do caso de Mattoon, era uma série de eventos semelhantes acontecidos muitos anos antes no condado de Botetourt no estado da Virgínia em dezembro de 1933 e janeiro de 1934. Tais acontecimentos ficaram restritos ao noticiário local e é improvável que alguém em Mattoon tivesse ouvido falar deles.
Na Virgínia o primeiro ataque teria ocorrido numa fazenda e todos os membros de uma família passaram mal após sucessivas inalações de um gás misterioso. Algumas das vítimas disseram ter visto um homem fugindo na escuridão. Um policial que chegou entre o segundo e terceiro ataques encontrou uma única pista, a pegada de um salto de mulher embaixo da janela através da qual se achava que o gás tinha entrado. O policial foi embora e pouco depois os ataque de gás continuaram.
Os ataques aumentaram na região e aconteciam sempre à noite levando pânico aos moradores de muitas cidades do condado. Patrulhas armadas de policiais e moradores foram organizadas para pegar o agressor mas sem sucesso. Diferente do que aconteceria depois em Mattoon, em Botetourt, as autoridades consideraram os laudos médicos que identificaram como reais todos os casos tratados de inalação do tal gás misterioso. Um dos últimos ataques registrados ocorreu no condado de Roanoke. A vítima encontrou um trecho de neve descolorida com uma substância oleosa e de cheiro doce que depois de analisada foi identificada como sendo uma mistura de enxofre e outros elementos químicos. As pegadas encontadas eram de uma mulher.
Em Mattoon e Botetourt, os principais efeitos físicos eram os mesmos: um cheiro doce e enjoativo, náusea, paralisia, inchaço facial e perda da consciência. Estes efeitos foram confirmados pelos médicos que nos dois casos sentiram o cheiro do gás. Os dois gaseadores fizeram vários ataque a uma mesma família e múltiplos ataques numa mesma noite.O padrão da explicação também foi semelhante, indo da simples brincadeira aos lunáticos e à histeria.
À histeria foi legada a causa destas estranhas ocorrências que inclusive tornaram-se um postulado clássico quando o assunto é um caso de pânico coletivo sem causa física real. A histeria é a estratégia perfeita para se culpar a vítima. O que realmente aconteceu em épocas distintas naquelas duas localidades americanas, deixou um campo aberto para discussões.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Americanos testam veículo hipersônico

Em algum momento na tarde desta quinta-feira, 11/08/2011, os Estados Unidos testarão sobre o oceano Pacífico o veículo voador HTV-2 (Hypersonic Technology Vehicle 2), também conhecido como Falcon.
Trata-se de um projeto da DARPA, sigla em inglês para Defense Advanced Research Projects Agency, a agência federal americana criada em 1958 para criar projetos tecnológicos com fins militares. Um ano antes, os soviéticos haviam lançado o Sputinik, o primeiro satélite construído pelo homem e colocado no espaço com sucesso o que estimulou de vez o ímpeto americano à corrida espacial.
Embora desenvolva projetos para aplicações militares, os produtos finais desse desenvolvimento acabam tendo amplo uso civil como foi com a ARPANET, a rede interna de comunicação militar que se converteu na popular internet.
O Falcon será lançado da Base Aérea de Vandenberg na Califórnia e sobrevoará o oceano Pacífico alcançando a velocidade de Mach 20 (20.900,00 KM/h), enquanto experimenta temperaturas de 2.000C em sua estrutura de carbono.
O Falcon é parte de um projeto americano que visa ter um veículo aéreo de rápido alcance que permita atingir em 60 minutos qualquer ponto na Terra a partir dos Estados Unidos. No futuro, quando versões civis do Falcon estiverem operando trajetos comerciais, será possível sair de São Paulo de manhã, duas horas depois jantar em Tóquio e voar para almoçar em Nova York! Ah, o lanche da tarde será no retorno a São Paulo, a não ser que se queira tomar um drinque em alguma praia do Tahiti. Tudo isso no intervalo de míseras 6 horas.